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PM é condenado a 14 anos por matar pintor à queima-roupa em pagode em Nova Iguaçu

Câmera registrou o cabo atirando contra Jorge Mauro Ruas de Paiva em meio à festa. Família contesta versão de briga anterior.

Bairro de Nova Iguaçu
Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Foto: Jp.curvello/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O cabo da Polícia Militar Vinicius Rodrigues Pacheco foi condenado a 14 anos de prisão, em regime fechado, pela morte do pintor Jorge Mauro Ruas de Paiva, de 51 anos.

O julgamento foi na segunda-feira (26), na 4ª Vara Criminal de Nova Iguaçu. Ele foi condenado por homicídio qualificado.

O crime aconteceu em 10 de maio de 2025, durante um pagode em Comendador Soares, na Baixada Fluminense.

Uma câmera de segurança registrou o momento. O PM, conhecido como Lico, aparece de regata, bermuda e chinelo, com uma arma numa mão e cerveja na outra. Ele se aproxima de Jorge e atira à queima-roupa.

A vítima morreu na hora. O policial fugiu e só se apresentou três dias depois, quando a Justiça já tinha mandado prendê-lo.

Segundo a Delegacia de Homicídios da Baixada, os dois tinham se envolvido numa confusão em um bar cerca de dois meses antes.

A família de Jorge contesta. Os parentes afirmam que ele não conhecia o PM e foi atacado sem motivo.

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Redação

Equipe de jornalismo do Direto do Rio.

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